quinta-feira, 10 de julho de 2014

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Será que tem faculdade pra Chico Buarque??

Larguei o curso de Arquitetura e Urbanismo. E agora Pedrão?!

E agora Drummond?
Que será de José?
Que ficou sem tostão
Que perdeu sua fé,
Que não tem mais prazer...
Que deixou de brigar,
Que rendeu-se ao poder...
Que não quer protestar,
Sua raiva murchou
Não tem gana mais não...
A esperança acabou...
E agora Drummond?
Está sem trabalho
Está sem dinheiro
Está sem amigo e sem paradeiro
Só vê desespero, miséria, abandono
Os mesmos senhores na terra sem-dono
Não vê a mudança, sonhar foi em vão
José já se cansa...
(E agora Drummond?)
João Nogueira - Súplica

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Vai viajar?
Quem nunca ficou preso em engarrafamento? E em BR? Era por causa de caminhão? Envolvia acidente? Pois é, isso é uma realidade não somente na BR 381(a br da morte), como em todo o Brasil.

“O avanço é o trem”, segundo Tom Zé, minha professora do segundo ano Armelita, e pode acreditar meu também, entre outros. Foi depois da aula dessa professora que fui compreender o real sentido da música “A volta do trem das onze” do Tom Zé.

Aí vai algumas informações sobre o transporte de grãos feito por caminhões em comparação ao trem segundo o site: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/logistica/34085-transporte-de-graos-por-rodovia-gera-prejuizos.html#.Ug_xBJKG3Dk
 “Estima-se que o Brasil perca R$ 2,7 bilhões a cada safra com o derrame de grãos durante o transporte rodoviário. Conforme estudo de viabilidade econômica dos transportes de cargas, o modal rodoviário é o mais adequado para as distâncias inferiores a 300 km. Para distâncias entre 300 e 500 quilômetros, o desejável é utilizar o meio ferroviário (responsável por 25% do movimento) e, para mais de 500 quilômetros, indica-se o fluvial (17%). No Brasil, no entanto, a situação é inversa.”

Então,  contando uma experiência minha, por diversas vezes, aproveitando férias ou algum final de semana prolongado, íamos pra ES, (sabe como é relação de mineiro e praia) agente deixava pra sair de casa por volta de 3:00 h da manhã, por causa do menor trânsito de caminhão  na BR, mesmo assim encontrávamos muitos deles. Conversando com Celso (amigo do Dojo) que é caminhoneiro, ele me disse que muitos param por volta das 23:00 horas em postos de gasolina para dormir e etc, porém muitos dobram sua jornada, para poder voltar para perto da família em menor tempo possível, correndo o perigo de causar acidentes, e até mesmo dormir ao volante. 
(Para as crianças que querem ser caminhoneiro quando crescer, saiba que: É uma profissão como qualquer outra, igual jogador de futebol, astronauta ou piloto de carro de corrida, que tem seu lado bom e o lado ruim.)

Então, em determinadas empresas, o caminhão já não é mais o mesmo, apesar da Br não ter mudado tanto assim. O caminhão é conectado, sendo assim se o caminhão parar ou mudar sua rota, determinada central é informada em tempo real, sendo assim o caminhão ou caminhoneiro é monitorado obrigando-o a seguir os horários pré-determinados. Porém isso nada ajuda quanto ao transporte de grãos na BR 381. 
E é sobre esse cenário que resolvi retratar pelas lentes da  percepção e claro da câmera, incluindo aspectos pessoal.